14 de abril de 2017

#To de Cacho da Salon Line

Ultimamente tenho procurado um pouco de praticidade na hora de cuidar do meu cabelo, e isso não seria um problema se ele não fosse exatamente como é. Quem tem cabelo cacheado sabe do que estou falando, e que praticidade juntamente com cachos não é algo que se encaixa muito bem na mesma frase, a não ser que tenha um "não é" entre elas.

Hidratação. Umectação. Restauração. E por aí vai, mil e uma maneiras de cuidar mas que para quem não tem muito tempo livre, não ajuda. Bom, foi nessa que fui pulando de creme em creme para pentear, há procura de um que me desse uma distância maior entre o período de ficar com o cabelo de "molho" e ao mesmo tempo me desse um pouco de saúde para meus fios.


Nessa busca acabei conhecendo a Salon Line, que no meio de várias marcas de beleza tem a sua linha especial para cabelos cacheados e ondulados. Então juntei a minha curiosidade com aquilo que eu estava buscando e testei esse produtinho da foto chamando #Tô de Cacho para cabelos de fio 3B-3C.

Confesso que antes de comprar o produto, dei uma pesquisada pela blogosfera para conhecer a opinião de quem já tinha testado e qual foi a experiência. Cheguei a conclusão de que eu teria que testar por mim mesma, parecia que a opinião geral de quem já tinha experimentado estava bem dividida entre positivas e negativas. E aqui estamos… ♥

Não quero enrolar muito, mas tem uma coisa que você precisa saber sobre essa linha. Estou falando sobre a especificação do tipo de cacho que ela deve ser usado. Na embalagem tem uma marcação que te auxilia a saber se você está comprando o tipo de creme certo pro teu tipo de cabelo. Assim garante uma eficiência e resultado maior do produto. E eu adorei isso, embora não exista cabelo 100% de apenas um tipo, mas se você for pela maioria, já é um sucesso! 

As primeiras vezes que usei o produto, senti que meu cabelo ficava bastante seco e com aspecto de desidratado, mas isso foi melhorando conforme eu fui usando. Parece até que tive um período de adaptação do meu cabelo com o produto. Só que quando isso aconteceu, não gostei nada. E eu não teria continuado a usar o produto, mas como eu já tinha comprado, resolvi que iria usar até terminar.

E ainda bem que resolvi insistir, porque depois tudo melhorou e voltou a ser hidratado. Só não posso dizer que os meus day after foram duradouros. Normalmente, durou apenas um dia depois de lavado com a definição dos cachos (mesmo fazendo fitagem), depois ia perdendo a estrutura. E sempre tive vestígios de friz. Mas friz é característica e não problema pra mim. 

Falando agora um pouquinho sobre o cheiro do produto: dentro da embalagem tem um cheirinho enjoativo. Sei que cheiro é bem pessoal e íntimo, mas para mim foi um incômodo. Porém, depois de passar no cabelo não é tão forte, e acabou que eu gostei muito disso. Não sou muito fã de muitos cheiros e nem de misturas. As vezes quando o cheiro do meu creme para pentear é muito forte, eu desisto de passar meu perfume para não ficar muita informação (acho que eu gosto de simplicidade).

Resumindo: em questão de custo benefício, é um produto okay. Ele cumpre o seu papel e é bem baratinho. Quebrou meu galho esse creme por um tempo, mas acho que a questão de praticidade não foi um sucesso por causa do day after.

Se você quiser encontrar o produto para comprar, é só clicar aqui.

Estou pensando em trocar de creme mais uma vez e fazer um novo teste.
Você tem alguma indicação de creme para deixar pra mim?
Comenta aqui embaixo qual o creme de pentear que você está usando! :)

5 de abril de 2017

Então, eu voltei a ser blogueira?

De uns tempos para cá, eu tenho me afastado cada vez mais da minha vida virtual (ou pelo menos tentei fazer isso com as coisas que eram relacionadas ao blog). Simplesmente porque tudo isso estava me sufocando, de dentro para fora, e eu não estava - definitivamente, não - conseguindo controlar essa asfixia.

Esse post é especial para falar exatamente sobre o que me faz continuar aqui (blogando) e o que me faz pensar em deixar pra lá, quase que simultaneamente. Mas calma, continua sendo só uma postagem. ♥


Essa semana estava pela internet e vi uma postagem no blog da Aninha (você pode ver aqui), em que ela falava um pouco sobre a "vida de blogueira" e ao mesmo tempo sobre não se encaixar muito bem nisso. Céus!! Ainda bem que li aquele post, porque eu meio que já não estava mais aguentando a minha cabeça me dizendo que existe um padrão de blogueira em que eu nunca vou me encaixar.

Mas, o que a minha cabeça não me deixava pensar era que estava tudo bem não fazer parte desse padrão e talvez de nenhum outro também. Escuta só, não estou dizendo que não sirvo para ser blogueira ou youtuber, tanto faz. Eu estou dizendo que não sirvo para toda essa loucura da "vida de blogueira" porque o nosso padrão de uma boa blogueira está definido pela agenda cheia, presença em vários eventos e atualização de conteúdo quase que como se atualiza uma linha de produção. E que não é o caso do Seis Mil Milhas, né?

E eu fico pensando se no final das contas dá para aproveitar direito cada momento e cada conquista. Porque eu com certeza não conseguiria (mal consigo agora) aproveitar da maneira que eu gostaria. Eu sou do tipo que precisa de calma e respirar fundo - talvez uma, duas ou dez vezes - para depois começar tudo de novo.

Só que é exatamente esse o meu dilema. Eu quero aproveitar cada momento da maneira que ele deve ser aproveitado e ao mesmo tempo relatar isso, como se fosse o meu diário compartilhado online. Apenas isso, nada mais do que isso. Ter um blog era o meu hobby favorito desde que eu tinha 16 anos, e quero que continue sendo apenas um hobby. Sem preocupações, sem cobranças (maioria da minha parte mesmo).

Mas então a minha resposta é sim, eu voltei a ser blogueira. ♥

Talvez esteja confuso, mas é assim que a minha cabeça funciona. Mas eu só quero deixar claro que eu quero ser a blogueira que compartilha coisas que a sua saúde mental permite, com a frequência de duas vezes na semana com um bônus de um vídeo. Afinal, é o que eu sei que funciona pra mim e que eu tenho a certeza que vou conseguir cumprir.

Espero que me entendam o meu sumiço (de coração),
e que gostem de acompanhar o blog diário Seis Mil Milhas! ♥

20 de março de 2017

Resenha: Monstros, fantasmas e anjos


Sempre gostei muito de livro de fantasia, aqueles que vêm embolado com um mistério e me deixa cheia de curiosidade para desvendar até chegar à última página. E é por esse motivo que Monstros, fantasmas e anjos do autor João Elias veio paras na minha estante. ♥

Mas antes de dizer o que eu achei exatamente da obra, vamos a story-line:
“O livro conta a história de Michel um garotinho do interior, que parte em busca de desvendar os mistérios que o rodeiam. De repente Michel, com poucos 10 anos, vê-se avizinhado do horror: um monstro passou a morar ao lado do seu aposento. Além disso, enfrentou outros desafetos. Entretanto, o destino foi mais cruel à monstruosidade do que o monstro com ele, seu momento mais aterrador.” 

Veja bem, não quero fazer uma critica negativa, mas não quero deixar de ser sincera com os leitores aqui do blog. E isso significa que temos um problema aqui. Oh céus, então escolhi ser sincera, apesar de tudo. ♥

Então, lá vai... Eu preciso muito dizer que esse livro tinha tudo para ser incrível e infelizmente não foi, pelo menos pra mim. Uma aventura, um mistério, um personagem (quase) cativante. Mas, confesso que me senti um pouco enganada várias vezes durante a leitura. Porque de alguma forma a ideia da história em si era muito boa, mas na hora de passar para o papel, não foi tão legal assim.


Quero deixar claro que um ponto super positivo sobre o livro foi a criatividade do autor ao criar todos esses personagens que agitam o mundo de Michel. Porém, a construção desses personagens e enredo não fez juiz ao talento imaginativo.


Em todo o tempo de leitura que tive desse livro, eu me senti lendo e não acreditando em uma só palavra que estava sendo dita, quase sem absorção. E isso aconteceu porque existe um problema ao decorrer do livro inteiro que me fez sentir incomodada e me deixou bem insatisfeita. Estou falando sobre o autor utilizar apenas do recurso de contar uma história e não mostrar a história, pode não parecer mas existe uma grande diferença entre essas duas coisas.

Acabou que eu me senti bem desconectada com o livro, não tive uma ligação entre leitor e narrador, e acabei sentindo falta de estar envolvida. E mesmo sendo um livro bem curtinho - tem apenas 134 páginas - demorei um tempão pra terminar de ler. 


Eu não li outras obras do autor, na verdade esse livro foi o meu primeiro contato com o João Elias e não sei se todos os outros livros dele também são nesse mesmo estilo. Talvez futuramente eu dê mais uma chance, mas esse em questão me deixou um tanto frustradinha, poxa!

Mas eu acho válido cada um tirar suas próprias conclusões.
E se não deu certo pra mim não significa que não possa dar certo contigo, né non?
Então se você quiser saber mais sobre o livro,
é só entrar no site da editora Selo Jovem clicando no link e procurar por ele. ♥

28 de fevereiro de 2017

Quando as coisas não vão bem...

Dentre todas as coisa do mundo, quando o caminho para onde você está indo não te agrada mais... é porque as coisas não vão bem (ou pelo menos, não tão bem assim). E eu nem estou falando das coisas de fora, estou falando das coisas de dentro - das coisas de dentro do coração. Por causa disso, acaba tornando tudo mais complexo, mas o que não é complexo nessa vida, né?


Eu sei que você faz planos - que são de fato - milimetricamente calculados para darem certo da maneira que você imaginou. Sem erros, sem furos. Tudo vai dar certo se você seguir o seu planejamento nos mínimos detalhes. Mas o inesperado acontece, de repente um dia você acorda e se pergunta o porquê de estar fazendo tudo isso para seguir um determinado caminho.

Não é como se você tivesse outro caminho em mente e isso tudo fosse só um momento de dúvida. Não, você não está entre duas escolhas porque não se permitiu conhecer nenhum outro caminho para te deixar balançada. E na verdade, você nem se deu conta disso.

Mas não é um problema, não um grande problema pelo menos. Só que te incomoda, te faz pensar e você não encontra sentido nenhum enquanto vasculha as gavetas da sua mente. E isso acontece porque a resposta não tá na sua cabeça, a resposta está batendo mais embaixo, só que você se esqueceu de como se faz para ouvir.

E, enquanto não reaprende a escutar o seu coração você continua fazendo algo que não encontra mais sentido - embora o normal fosse deixar de fazer. Mas nem sempre é tão fácil assim, ainda mais quando aquilo foi por muito tempo a única coisa que você conhecia. É nesse ponto que começa aquela velha história que conta: “se você não sabe para onde ir, qualquer lugar serve”. E serve mesmo, mas será que se encaixa?

Bom, eu ainda não descobri a resposta para essa pergunta.
E é por isso que esse texto vai acaba no meio, incompleto.
Talvez, quando eu encontrar a resposta, eu volte aqui pra finalizar. ♥
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